Entre leituras, encontros e desencontros, me deparei com um trecho de uma crônica de Martha Medeiros em seu novo livro “Doidas e Santas”, em que pude relacionar com meu projeto e com algumas ideias:
“Para quem vive na opressiva e cinzenta São Paulo, a novidade atende pelo nome de Cow Parede, a exposição ao ar livre de 150 esculturas em forma de vaca, em tamanho natural, feitas de fibra de vidro e decoradas com muita cor e insanidade por artistas plásticos, diretores de arte, designers e cartunistas. Um nonsense mais que bem-vindo, uma intervenção no nosso olhar acostumado. Espalhadas por ruas, praças, nos lugares mais inesperados, lá estão elas, vacas enormes, vacas profanas, vacas insólitas. Para quê? Para nada de especial, apenas para espantar o tédio, inspirar loucuras, lembrar que as coisas não precisam ser sempre iguais. Havia uma vaca no meio do caminho, no meio do caminho havia uma vaca. É poesia também.”
(Fragmento da crônica “Veneno Antimonotonia” de 02 de outubro de 2005)
Com isso me deparo com questionamentos em função de meu projeto e planejamentos:
O que relamente quero com esse projeto? Que tipo de intervenção estou trabalhando? Que tipo mais de intervenção posso vir a trabalhar? Estou conseguindo realizar os planejamentos?

Conta-nos Jean! O que realmente queres com o teu projeto? Com que tipo de intervenção estás trabalhando? Com que tipos outros poderás vir a trabalhar? E, finalmente, estás conseguindo realizar teus planos de aula? Queremos saber...
ResponderExcluirmarilda