domingo, 6 de maio de 2012

6ªaula _04/05_ Suyan_Chácara das Flores

Graffite


Dando continuidade ao plano da semana anterior, distribui um breve texto "A história do Grafitte" de Eliene Percília (Equipe Brasil Escola.com) que cita seu contexto histórico, sua ligação  como o movimento Hip Hop e as polêmicas referentes a pichação e a qualidade artística, entre outros.E também uma breve escrita referente as modalidades do Grafitte (http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/desenhista/grafite.html)
Solicitei que fizessem uma leitura em conjunto, e para minha surpresa os estudantes estavam disputando quem lia primeiro. A maioria da turma revezou- se na leitura, gostei da participação. No texto  de Eliene aparece a imagem abaixo:


Eles cometaram onde tinham visto essa linguagem, citaram a Escola Perpétuo Socorro que é próxima dali,achavam o grafitte uma maneira de emblezar o ambiente. Comentamos também sobre pixação. Uma estudante disse não saber o que era, então exeplifiquei falando sobre depredação de prédios públicos e também comentei sobre uma  inscrição com canetinha na classe que o colega recém tinha feito.
No outro momento fomos para o laboratório de informática, gostei da experiência da aula passada e  propous aos estudantes que pesquisassem cada modalidade do Grafitte (3D, formatos das letras, materiais,etc.). Foi muito interessante ver o envolvimento deles.
Pesquisaram, me perguntaram, acharam vídeos sobre grafiteiros, blogs...
Distribui uma folha para cada aluno com 3 modalidades de letras após a pesquisa.

Em seguida solicitei que pensassem em desenhos para o projeto do mural que iremos trabalhar na aula seguinte, sobre a temática trabalhada na aula anterior, no programa de desenhos que possui no laboratório, muitos treinaram as letras das modalidades. Penso em utilizar as ilustrações já feitas para
compor o mural para a próxima aula, mas ainda não sei.
Pensarei a respeito.
Terminou a aula e saí novamente com uma sensação boa, ainda bem.



5ª aula 27/04 _ Suyan_ Chácara das Flores

Pensei muito durante a semana sobre a  "imagem de professora" que estava transmitindo aos estudantes.
Resolvi conversar sobre a bagunça da aula anterior e pedir com toda educação que respeitassem a aula e que bom, surtiu efeito!
Apresentei a proposta, solicitei que escrevessem  numa folha  o que gostavam da escola e depois o que não gostavam. Todos  participaram, alguns ficaram alguns minutos pensando e outros escreveram uma lista bem grande.
Surgiu muitas reclamações, reinvidicações, e coisas curiosas. Muitos citaram que gostavam de Artes, Matemática e Educação Física. Fez bem para minha auto estima. Outros reclaram muito de uma mesma Professora, por ela dizer que não queria estar alí, que queria ir embora da escola, por gritar muito e comparar as turmas como "melhores" e "piores".
Vou citar algumas frases que surgiram durante a tarefa:
Sobre o que gosto:
- "Eu gosto quando nos vamos para a informática e também quando ficamos mais tempo no recreio.Gosto da paisagem do colégio."  ("Lili")

_"Eu gosto das aulas de educação física, gosto de descansar no recreio e gosto dos meus amigos". ("Leo")

- "Eu gosto de incomodar os professores, eu adoro brigar na escola" ("Vavá").  (Essa estudante me disse que faltaria espaço para dizer o que não gosta da escola, que vem porque é obrigada.)

-"Eu gosto de ir para o saguão". ("Lia").

_ "Eu gosto da professora de matemática que é legal, e da professora de inglês que é + ou  - legal, ela dá caça-palavras e desenhos." (" Bia")

Sobre o que não gosto:

_"Eu não gosto do 7º ano porque eles são muito "cocerão". ("Vavá") (Tentei entender o que significava esse termo para a estudante e não compreendi muito bem, mas lendo outros relatos acredito que seja pela comparação que alguns professores fazem entre as turmas.)

-"Não gosto do pátio do colégio que tem um mato muito grande". ("Joca")

-"Eu não gosto do recreio, ficamos dentro do saguão por causa do mato, quando jogam a bola nas gramas altas e vamos pegar voltamos cheios de pega-pega." ("Sasá")

_"Nos lanches às vezes não tem repetição, ontem eles fizeram cachorro-quente e não teve repetição."(Sasá)

_" Eu não gosto do recreio porque tem um "cacho" de marimbondos e quando nem bateu ainda chega "aquela professora tal" mandando os outros fazer fila." ("Lili").

Logo após todas os relatos e escritos, solicitei que ilustrassem essas situações, muitos desenharam a professora " tal " chingando os alunos, outros os marimbondos, outros me desenharam ( fiquei contente com isso) , uma estudante me desenhou em debate com a outra professora que fazia referência as turmas serem iguais (sobre a relação de melhor e pior ), outros desenharam o ginásio Guarani, onde fazem educação física.
Para fechar a aula, esqueci de mencionar que um estudante pediu em nome da turma para irmos no laboratório de informática, que havia vários programas de desenho, bons computadores e que quase nunca iam lá. Pedi autorização na secretaria e logo após as atividades fui com a turma conferir esse tal labortório. Para minha surpresa, o laboratório é bem equipado, internet de boa qualidade, com programas específicos de desenhos  (Linux).
Uma luz no fim do túnel, porque até o momento a escola não tem sala para o DataShow.  Comportaram-se no laboratório e ficaram desenhando naquele programa, no fim liberei uns minutos "livres" na internet ( Está entre aspas porque fiquei observando o que estavam fazendo). Por fim, voltei motivada dessa aula!!!

                                Luz no fim do túnel!!!!                            



4º aula 20/ 04 Suyan_Chácara das Flores

Bom, como esperado os estudantes continuaram nas construções das maquetes.
Muitos trouxeram pequenos objetos de casa para incrementar na construção, como por exemplo, robozinhos, mesinhas de bonecas, bonecas de colagens, graminha de plástico..
Trabalhamos 2 períodos seguidos,  a maioria terminou seus trabalhos  faltando  meia hora para terminar
o período. Um tempo "gigante" para quem não tinha um plano na manga, tentei iniciar o plano seguinte sobre escrever sobre os pontos positivos e negativos da escola mas diziam que estavam cansados do trabalho recém feito.
Admito de errei e paguei por isso. Os estudantes pediram para estudar para uma prova que seria no período seguinte e permiti, mas enquanto isso um grupo falava alto, jogava aviõezinhos, corriam.. e ninguém me escutava.
Foi um tanto estressante.
 Obs: Ganhei outra figurinha de " Lucas", dessa vez de time de futebol.  : )




Mauricio - 7º aula - T:82 - Érico Veríssimo

Com a produção dos Storyboards e o 3º plano de aula concluido, passaremos as animações, Video animação.
Aula no salão, visualização e ddebate sobre a animação.
Última aula alertei sobre a importancia do StoryBoard(caderno de Artes visuais para construção das aulas) e de sua avaliação trimestral.
A aula na sala de artes sempre é um caso a parte, coisas boas ocorrem... mas as vezes um e outro imprevisto também, saber lidar com a situação é uma problemática ao docente, sem dúvida. Pois as vezes somos pegos de surpresa, e o pior é quando menos esperamos... Mas é nestes momentos em que temos de dar uma pausa para refletir... diálogar sobre o uqe ocorre e se necessário, dar um "sermão", que nada mais é do que falar a realidade. Pois em certos momentos parece que alguns se aprovetam da liberdade para fazerem coisas que não deviam, e anda achando graça com o que fizeram, seja estragar um material, ter sido irresponsável, acharem que não tem uma obrigação para e com que a aula seja produtiva, dependendo somente do professor... Por fim... tentamos chegar a uma equilibração dentro dos poderes e deveres existentes em uma aula.

Próxima sexta... como dito antecipadamente, animação, salão (sala de video) e visita da Marilda.
Abraço e boa semana...

PS: desculpe a enrolação ou enrosco, ok. Abraço

Jean Oliver - Avaliando o 1º plano

Como foi o primeiro encontro?
O que o questionário ajudou na adaptação das aulas?
Como me senti frente a turma?
Como foi a reação dos educandos frentes as imagens vistas?

            Com uma pequena apresentação do que trabalharíamos nas aulas, logo, algumas perguntas a serem respondidas e entregues. Com isso aprendi um pouco sobre os educandos, sobre como são e irão se portar com as propostas a seguir, pois esta, é uma turma bem diferente da anterior, mais agitada, com isso vem novos desafios.
            Nesta nova apresentação me senti a vontade frente aos educandos, não que a insegurança de não bem recebido tenha passado, mas me vejo mais firme e seguro neste papel a ser exercido.
            Com os diálogos com as imagens, juntamente com as problemáticas que fomos trabalhando observei resultados diversificados, conseguimos pensar com as imagens e através delas, encontrando significações, relações, inquietações...

Jean Oliver - Aula 04/05/12

Dialogamos apartir de um emaranhado de imagens, onde vimos o quanto elas podem vir a dizer de nós mesmos. Como vimos também um breve histórico da arte entre os tempos, as alterações, as modificações, mudanças de função (não mais representação - somente), o que  o que foi rico de comentários. Surgiram referências a padrões de beleza, elementos religiosos, vida cotidiana, relações com pais, músicas...




O que atrapalhou foram os videos que seriam mostrados, pois a extensão do arquivo não era  compatível, tentando pois, carregar na Internet, carregou, mas caia, trancava, não rodava. Atividade adiada!

Mais, ainda assim, foi um bom encontro, a turma participou mais, dialogaram mais.

Observei interesse por videos e outras abordagens, penso que esse recurso será útil.

sábado, 5 de maio de 2012

Ana Cláudia - 8ª aula - Coronel Pilar

A aula desta última quinta foi para finalizar o plano de aula 2, onde partindo dos conceitos da Body Art, eles deveriam relacionar imagens construídas plasticamente com uma reflexão escrita. Respondendo a pergunta Como eu me vejo? muitos conseguiram sair da descrição pontual de suas características para algo mais subjetivo, mas ainda vejo que não é toda a turma que "acatou" a proposta dessa forma.

Respondendo as questões da avaliação do plano, noto sim que houve uma aproximação com os conceitos da Body Art, assim como as imagens que trabalhamos em sala de aula. Noto também que a questão do diário é muito presente, sempre relacionada as redes virtuais, e isso faz com o que o entendimento da proposta geral do projeto se torne mais claro.

Vejo uma treanquilidade em relação as aulas, quase que um silêncio... Mas vou trocar essa palavra "tranquilidade" por colaboração... Como foi dito na reunião na ufsm, a turma 313 é colaborativa... E de fato, é... Mas ainda sinto que não consegui envolver a todos no trabalho... E me veio uma frase irônica e bem popular, que pude relacionar com uma imagem do artista Mark Ryden (The angel of meat)...
"Nem Cristo agradou à todos"... Não vai ser eu, não é...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

# 314 - Pilar



Aula de número 8: avaliação dos trabalhos da aula passada. Discussão sobre o que foi entendido, feito e relacionado. Cada estudante falou sobre seu trabalho, dialogamos na tentativa de socializar a dúvida e o estranhamento, bem como os encontros e tentativas pessoais de criação, reconstruindo as relações na busca de objetivos e “desobjetivos” inerentes a cada processo. Alguns momentos complicados e tensos, outros momentos de compreensão ou mesmo convergência de pensamentos. Na tensão do diálogo interpreto a falta de envolvimento ou interesse específico na área por alguns ou a questão mais pessoal de não ser de seu interesse dialogar com os colegas ou com a professora de maneira ampla, visto que estávamos em uma configuração circular e todos podiam ver-se e escutar-se. Na convergência em alguns momentos, vejo que procede por afinidade de alguns com a arte ou por serem estudantes aplicados. Em ambos os casos percebi a falta de diálogo não apenas comigo, mas entre eles: ver o trabalho do colega, interpretar, ouvir o colega, falar o que pensa...
“Não gosto de artes, não serve prá nada mesmo!”: poderia resumir a opinião e atitude de alguns nessa fala, mas ela não é real. Apenas faz parte de um velho discurso escolar que em vários momentos aparece de forma diferente. Então me recomponho da insignificância como marca registrada e estigma das artes e, penso mais uma vez: como falar de arte e vida (nas suas possibilidades para além do cotidiano) em um contexto de choque, onde a sensibilidade é engolida pelo mercado e por suas exigências? “Aulas atraentes”? O que é atraente para quem?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Marcos, Relato de aula dia 16/04/2012

Foi assistido o vídeo lixo extraordinário do artista Vic Muniz. Posteriormente foi levantado algumas questões sobre as características da obra em questão e sua relação com a arte contemporânea. Algumas das questões levantadas foram:
O que diferencia a obra de Vic Muniz das pinturas renascentistas?
Como se da à questão de autoria da obra no trabalho do artista?


Relato de aula dia 09/04/2012 Marcos


Na segunda aula foi construído junto com os alunos palavras chaves que representassem os conceitos deles acerca do tema artes visuais.
Uma das alunas (a conversadeira) foi convidada a escrever no quadro as palavras que seus colegas estavam falando sobre artes. Após escrever algumas palavras e conceitos, foi proposto as alunos que formassem quatro grupos e elaborassem um cartaz que representasse o que eles aviam escrito no quadro. Todos os grupos optaram por usar colagens para fazer o cartaz.
Os alunos se mostraram interessados e participativos (ao contrario do que eu havia pensado que seria)